Com efeito, algumas das práticas e crenças da chamada História oral “militante” levaram a equívocos que
convêm evitar. O primeiro deles consiste em considerar
que o relato que resulta da entrevista de História oral já
é a própria “História”, levando à ilusão de se chegar à
“verdade do povo” graças ao levantamento do testemunho oral. [...]. Essa confusão aparece algumas vezes
ainda hoje em trabalhos ditos acadêmicos; por exemplo,
em dissertações ou teses que se limitam a apresentar o
texto transcrito de uma ou mais entrevistas realizadas,
como se esse fosse um resultado legítimo e final da
pesquisa.
(V. Alberti, “Fontes orais – Histórias dentro da História”.
Em: C.B. Pinsky (org.), Fontes Históricas, 2008)
Partindo do contexto abordado pelo fragmento, está
correto afirmar que as fontes orais
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