Monlevade (2001) compartilha a história de Maria
Faustina, merendeira de uma escola estadual no Mato
Grosso. Ela viveu o período da redemocratização, quando pôde se sindicalizar. Nesse movimento de unificação
e profissionalização dos trabalhadores em educação,
Maria Faustina “começou a se sentir não somente uma
trabalhadora que ganhava salário como merendeira, mas
uma educadora...”.
Na perspectiva do autor, a visão de Maria Faustina sobre
sua atuação como educadora é
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