O Município “A” foi surpreendido com fiscalização da
Receita Federal do Brasil voltada a averiguar o correto
recolhimento de contribuições previdenciárias devidas
pelo Município à União, em decorrência dos funcionários
comissionados que prestam serviços ao Município e que
são segurados do regime geral de previdência social. O
Prefeito do Município achou a situação muito estranha,
pois o Município jamais recolheu as contribuições previdenciárias incidentes sobre os salários pagos a esses
funcionários comissionados à Receita Federal, mas sim
ao seu Instituto de Previdência Municipal, embora apenas os servidores públicos em cargos efetivos possam
se aposentar por esse Instituto. Orientado pelo seu Chefe
de Gabinete, o Prefeito decide proibir, por decreto, a entrada do auditor da Receita Federal em qualquer repartição pública municipal e impede que qualquer servidor
forneça qualquer dado ou informação à fiscalização.
Segundo o Código Tributário Nacional e a jurisprudência do STF, é correto afirmar com relação à situação
hipotética:
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