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#3681461

Um paciente de 15 anos, com pectus carinatum condrogladiolar rígido à inspeção e teste de compressão manual, apresenta também histórico familiar positivo para deformidade torácica e exame espirométrico demonstrando leve redução da capacidade vital. A tomografia confirma protrusão assimétrica com discreta rotação esternal, sem anomalias costais associadas. Considerando as condutas recomendadas por guidelines internacionais para deformidades da parede torácica e os fatores preditores de falha terapêutica, qual é a melhor abordagem inicial? 

  • Tentativa de órtese compressiva dinâmica, desde que acompanhada de avaliação seriada da complacência da parede torácica, mesmo em casos inicialmente rígidos, uma vez que a rigidez não absoluta é fator determinante para resposta favorável.
  • Indicação imediata de correção cirúrgica minimamente invasiva com barra compressiva, devido à rigidez inicial e rotação esternal documentada.
  • Toracoplastia aberta com ressecção extensa de cartilagens e osteotomia esternal, por ser o método mais eficaz em deformidades assimétricas com comprometimento funcional.
  • Rejeição do uso de órteses em qualquer paciente com rotação esternal, visto que a assimetria constitui contraindicação formal ao tratamento compressivo.
  • Observação clínica, já que a alteração funcional leve não se correlaciona com benefício terapêutico e o estirão de crescimento ainda não foi concluído.
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