Um paciente de 15 anos, com pectus carinatum condrogladiolar rígido à inspeção e teste de compressão manual, apresenta também histórico familiar positivo para deformidade torácica e exame espirométrico demonstrando leve redução da capacidade vital. A tomografia confirma protrusão assimétrica com discreta rotação esternal, sem anomalias costais associadas. Considerando as condutas recomendadas por guidelines internacionais para deformidades da parede torácica e os fatores preditores de falha terapêutica, qual é a melhor abordagem inicial?
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