Pedro é colecionador de selos postais. Certo dia, em almoço na casa de seu amigo Victor, ao compulsarem um álbum de
fotografias antigas da época da juventude, encontram um selo bastante raro. O filatelista, então, firma um contrato de
compra e venda com Victor para aquisição do referido selo, no valor de R$ 50 mil. O depósito do valor foi feito na data
combinada na avença, mediante transferência bancária. Ocorre que Victor, mesmo ciente do ingresso do valor em sua conta,
ajuizou ação de cobrança em face de Pedro pleiteando o valor integral do bem objeto do contrato. Considerando que não se
operou a prescrição no caso e de acordo com o texto do Código Civil vigente, Pedro poderá exigir de Victor:
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