Um paciente de 59 anos, previamente hígido, tem diagnóstico confirmado de adenocarcinoma de esôfago distal (junção esofagogástrica tipo I), bem diferenciado, com 4 cm de extensão. Apresenta disfagia leve, sem metástases à distância. A ultrassonografia endoscópica revelou T3N1M0, mas o PET-CT não mostrou lesões fora da região. Está em bom estado geral, com função pulmonar e cardiovascular preservadas.
Portanto, o melhor tratamento para esse paciente será
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