Luckesi (2011), ao falar a respeito de avaliação, reflete e substitui a especificação dada pelo dicionário que define avaliação como um ajuizamento de
valor por “juízo de qualidade”, que ultrapassa os limites instrumentais e quantitativos que a avaliação
da aprendizagem representa. Vale lembrar que esse
autor pondera a respeito do aspecto quantitativo que
a terminologia “valor” sugere, traduzindo o erro ou
o acerto dos alunos em determinadas questões de
qualquer atividade avaliativa.
A este respeito, avalie o que se afirma.
I - Demo (1988), Luckesi (1996 e 2000), Giné (1998),
Melchior (1999), Perrenoud (1999), Hoffmann
(1999 e 2001), Fonseca ( 1999), Hadji (2001), dentre outros, vêm criticar práticas com ajuizamento
de valor, pois compreendem a avaliação como parte integrante do projeto pedagógico da escola.
II - A avaliação dentro do projeto pedagógico é um
procedimento simplesmente técnico.
III - Avaliação não significa que se tenha que desprezar ou abolir as práticas avaliativas quantitativas.
IV - Sob a ótica de juízo de valor, a avaliação não tem
sido utilizada como aferição, como julgamento do
aluno, atribuindo-se “valores” que, supostamente,
“medem” o que ele aprendeu, ou não, e que o promovem ou que o reprovam.
Na perspectiva de Luckesi, está correto apenas o que
se afirma em
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