Cadernos de Questões

Provas Favoritas

Filtros Salvos

Foram encontradas 60 questões.
#2337381
Texto da Questão:

Como eu era protestante, não pulei Carnaval durante a minha infância, nas décadas de 1950 e 1960. No entanto, eu e meu pai cantávamos muitas das marchinhas que ouvíamos no rádio, numa época em que a TV ainda não existia. Uma de que eu gosto muito diz assim: “Iaiá, cadê o jarro? O jarro que eu plantei a flor. Eu vou te contar um caso: eu quebrei o jarro e matei a flor”. Hoje já não há marchinhas tão interessantes, quase não sinto beleza nelas. Mas gosto muito dos sambas-enredo, verdadeiras epopeias.”

(Adaptado de: ROSA, Yêda Stela. 70 anos, de São Luiz. A-lá-lá- ô, ô, ô, ô, ô. Todos. São Paulo: Mol, Fevereiro/Março, p. 22)

Sobre o texto, é correto afirmar:

  • a autora era protestante e seu pai não, uma vez que, com ele, ela tinha permissão para ouvir as marchinhas carnavalescas.
  • a autora deixou de acompanhar a produção de marchinhas, que não preservam a beleza de meados do século 20, passando a dedicar sua atenção aos sambas-enredo.
  • na marchinha mencionada, o anúncio de que umcasoserá contado cria a expectativa de narração de variadas peripécias, expectativa atendida após os dois-pontos.
  • na marchinha, o discurso direto, sem marcação precisa dos interlocutores, gera dificuldade para a determinação de quem dizeu quebrei o jarro e matei a flor, dificuldade eliminada pelo contexto.
  • emeu quebrei o jarro e matei a flor, o contexto impõe a interpretação de que a oração iniciada por “e” insere um evento resultante da ação de “quebrar”, não sendo admissível interpretar que a conjunção apenas introduza um acréscimo.
Fale com IAgo
IAgo - Assistente IAProva
IA
Olá! Sou o IAgo, seu assistente aqui no IAProvatec 😊
Veja como posso te ajudar:
Agora