“A partir da década de 1980, surgem
diferentes perspectivas e objetos de estudo para
Educação Física escolar (EFe) como
desdobramento da crise epistemológica na
Educação, da abertura política vivida no Brasil e
dos questionamentos à esportivização (TENÓRIO et
al., 2012). De forma geral algumas dessas
perspectivas vão se aproximar daquilo que
Oliveira (1994) chamou de consenso e não
buscam mudar o projeto de homem biológico, e
outras vão se configurar no quadro dos conflitos,
questionando a ordem social e os projetos de ser humano que as aulas de Educação Física (EF)
estão contribuindo para formar”.
(Adaptado de Tenório, Kadja Michele Ramos, et al.
"Organização dos saberes escolares na educação física à luz
da perspectiva crítico-superadora." Ciências do Esporte,
Educação Física e Produção do Conhecimento em 40 (2020):
57-76.)
As abordagens críticas ou progressistas da
Educação Física,
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