Cadernos de Questões

Provas Favoritas

Filtros Salvos

Foi encontrada 1 questão.
#2263461

“A Morte pode ser descrita como um fenômeno biológico universal, que representa o fim de um ciclo vital individual. O equilíbrio natural, isto é, a manutenção físico-química, cessa, e o corpo sofre diversas ações endógenas e exógenas de várias naturezas que direcionam o fenômeno abiótico.” (SANTOS, Moacir Elias. A morte e os mortos no Egito Antigo. In: SOUZA NETO, José Maria Gomes de (org.); BUENO, André da Silva (org.); BIRRO, Renan Marques (org.). Antigas leituras: olhares do presente ao passado. Rio de Janeiro: Editora Autografia Edição e Comunicação Ltda. p. 232. Em relação à morte e aos mortos no Egito Antigo, é CORRETO afirmar que

  • diferente de outras culturas da antiguidade, os egípcios não buscavam a continuidade da existência. Para eles, a perpetuidade do corpo só se justificava para os sacerdotes, como forma de sempre manter seu legado vivo.
  • mesmo com todas as mudanças ocorridas ao longo da história egípcia, a imortalidade não se torna “democratizada”. Isto se deve à concepção de ser o faraó, o próprio deus, e, portanto, o único merecedor da imortalidade.
  • de acordo com o pensamento egípcio, os mortos eram uma categoria à parte em seu universo. Existiam, assim, fronteiras bem definidas entre os vivos e os mortos.
  • a morte constituía um elemento de extrema importância para os egípcios, pois ela não era considerada como um inimigo ou obstáculo, mas uma porta de entrada para outra existência.
  • o conhecimento sobre a morte e os mortos no Egito Antigo é bastante escasso. Isso se deve ao fato, dentre outros, de o “Livro dos Mortos” ser a única fonte documental disponível para análise.
Fale com IAgo
IAgo - Assistente IAProva
IA
Olá! Sou o IAgo, seu assistente aqui no IAProvatec 😊
Veja como posso te ajudar:
Agora