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#3668562

Mulher, 58 anos, refere tosse seca progressiva e dispneia aos esforços há 18 meses. Nega febre ou produção de escarro. História de artrite reumatoide controlada há 10 anos. Exame físico indica PA: 122/78 mmHg, FC: 88 bpm, FR: 20 irpm e crepitações “velcro” bibasais.
Exames adicionais:
 Radiografia de tórax: padrão reticulonodular basal.
 Tomografia computadorizada de alta resolução: faveolamento subpleural, bronquiectasias tracionais e discreto padrão em favo de mel basal.
 Função pulmonar: capacidade vital forçada 58% do previsto, volume expiratório forçado no primeiro segundo 60% do previsto, difusão pulmonar do monóxido de carbono 45% do previsto.
 Sorologias: anticorpo antinuclear negativo, fator reumatoide discretamente positivo.

Qual é o diagnóstico mais provável e a conduta inicial recomendada, respectivamente?

  • Pneumonia intersticial não específica – iniciar antibiótico de amplo espectro para evitar progressão da fibrose.
  • Fibrose pulmonar idiopática com padrão usual de pneumonia intersticial – encaminhar para avaliação de transplante pulmonar precoce, associando terapia antifibrótica com pirfenidona ou nintedanibe.
  • Fibrose pulmonar secundária à artrite reumatoide – iniciar corticoide em altas doses para reversão da fibrose.
  • Sarcoidose pulmonar crônica – iniciar metotrexato sistêmico como primeira linha terapêutica.
  • Pneumonite por hipersensibilidade crônica – suspender exposição ambiental e iniciar corticoide sistêmico, sem necessidade de antifibróticos.
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