Cinco meses após ser vítima de crime de calúnia majorada,
Juliana, 65 anos, apresentou queixa em desfavor de Tereza,
suposta autora do fato, perante Vara Criminal, que era o juízo
competente. Recebida a queixa, no curso da ação, Juliana,
solteira, veio a falecer, deixando como único familiar sua filha
Maria, de 30 anos de idade, já que não tinha irmãos e seus pais
eram previamente falecidos. Após a juntada da certidão de óbito,
o serventuário certificou tal fato na ação penal.
Diante da certidão e da natureza da ação, é correto afirmar que:
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