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#1602476

Carlos abalroou o veículo de Lúcia no dia 15 de maio de 2018. Durante as tratativas para o pagamento dos prejuízos, eles apaixonaram-se e casaram-se após dois meses do evento danoso. Após três anos de casamento e o nascimento de um filho, a relação desgastou-se e eles resolveram se divorciar consensualmente. Inconformada com o término da relação conjugal, Lúcia ajuizou ação condenatória contra Carlos no dia 16 de setembro de 2021, para se ressarcir dos prejuízos decorrentes do acidente, que a deixaram sem ter como se locomover para o trabalho. Em contestação, o demandado se defendeu alegando a ocorrência de prescrição.
Nessa situação hipotética, à luz do Código Civil, na data de ajuizamento da ação por Lúcia,

  • a pretensão autoral condenatória encontrava-se fulminada pela prescrição.
  • a pretensão autoral condenatória encontrava-se alcançada pela decadência.
  • a ocorrência de prescrição ou decadência estaria sujeita a decisão homologatória proferida perante a vara de família.
  • não haveria que se falar em prescrição ou decadência, por se tratar de relação conjugal em que houve o nascimento de prole.
  • a pretensão autoral condenatória deduzida contra o demandado não se encontrava prescrita.
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