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#3668570

Mulher, 72 anos, refere palpitações intermitentes e perda ponderal discreta nas últimas semanas. Em avaliação ambulatorial, encontra-se assintomática exceto pelas palpitações. Exames laboratoriais repetidos (intervalo de 6 semanas): TSH: 0,02 mIU/L (referência 0,4–4,0), T4 e T3 livres dentro da faixa normal. ECG: fibrilação atrial de nova detecção. Densitometria óssea prévia mostrou osteopenia. Qual é a conduta inicial mais apropriada para essa paciente?

  • Adiar qualquer tratamento específico e acompanhar clinicamente e laboratorialmente (TSH) a cada 3-6 meses, pois os hormônios tireoidianos estão normais (subclínico).
  • Prescrever apenas betabloqueador para controle das palpitações e fibrilação atrial, repetindo TSH em 12 meses; não iniciar tratamento antitireoideano nem modalidades definitivas.
  • Tratar o hipertireoidismo subclínico para normalizar o TSH (iniciar avaliação etiológica – cintilografia e ultrassom – e, dependendo da causa, instituir tratamento: por exemplo, terapia com iodo radioativo para bócio multinodular tóxico ou metimazol/terapia definitiva conforme contexto), visto que paciente tem TSH persistentemente <0,1 mIU/L, idade >65 anos e complicações (fibrilação atrial e osteopenia).
  • Iniciar levotiroxina em dose baixa para elevar o TSH até faixa normal, reduzindo o risco de fibrilação atrial e perda óssea.
  • Iniciar eculizumabe imediatamente, uma vez que normalizar o TSH não altera risco cardiovascular em idosos.
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