João e Joana, ambos solteiros, nascidos e registrados
em Campinas – SP, resolvem celebrar seu casamento
religioso com efeitos civis, perante o ministro de uma igreja
recém-criada. O celebrante combinou com os nubentes que
não se responsabilizaria por efetuar qualquer registro do
casamento no cartório de registro civil. No dia seguinte ao do
casamento, João viajou para trabalhar em um garimpo no
interior do Pará, deixando Joana em Campinas. Joana passou
a escrever regularmente para João, até que a última carta que
enviou, um mês após o casamento, retornou com o carimbo
dos Correios, no verso do envelope, com a informação
“destinatário falecido”, aposta pelo carteiro.
Com base nessa situação hipotética e sabendo que o casamento
religioso não chegou a ser levado a registro no cartório de
registro civil de pessoas naturais, julgue os itens subseqüentes.
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