Em janeiro de 2017, Robson adquiriu um imóvel de
R$ 300.000,00, pagando R$ 50.000,00 ao vendedor
e financiando R$ 250.000,00 perante determinada
instituição financeira. A operação de financiamento se
deu por alienação fiduciária em garantia e o pagamento
seria realizado em 10 anos. Em maio de 2017, Robson foi
desligado da empresa onde trabalhava, razão pela qual
começou a passar por dificuldades financeiras. Assim,
tomou emprestado de Clécio, seu amigo, R$ 80.000,00,
que seriam pagos em 80 parcelas iguais, sem juros.
O mútuo foi documentado por instrumento particular de
confissão de dívida (assinado por duas testemunhas),
prevendo o vencimento antecipado das parcelas vincendas
em caso de inadimplemento de qualquer das parcelas.
Robson honrou as 12 primeiras parcelas, mas,
sem conseguir novo emprego, não teve mais condições
de honrar as subsequentes. Com a inadimplência de
Robson, Clécio ajuizou ação de execução em face do
devedor para cobrar o valor. Nesse contexto, é correto
afirmar que
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