Uma maratonista de elite de 22 anos, com amenorreia secundária há 18 meses, é avaliada por fadiga crônica e perda
de densidade mineral óssea (T-score de -2.0 na coluna lombar). Ela relata treinar 20 horas por semana e manter
uma dieta restritiva para otimizar seu desempenho. Seus exames revelam LH e FSH baixos, estradiol baixo, T3 livre
ligeiramente abaixo do normal, cortisol basal normal e leptina baixa. A ferritina é normal.
Qual é o diagnóstico etiológico mais provável e a intervenção mais eficaz para reverter o quadro endócrino e
prevenir futuras complicações ósseas?
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