Uma mulher de 44 anos, previamente saudável, é encaminhada ao consultório por hipertensão arterial persistente,
diagnosticada há seis meses, que permanece elevada, apesar do uso de dois medicamentos anti-hipertensivos
(bloqueador de canal de cálcio e inibidor da enzima conversora de angiotensina). Ela relata episódios de fraqueza
muscular e cãibras, além de fadiga constante. Não há história familiar de hipertensão. Exame físico revela pressão
arterial de 170/100 mmHg, sem sinais de sopro abdominal ou edema periférico.