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#2221721

Segundo dados do último Boletim Epidemiológico de Hanseníase do Ministério da Saúde, o diagnóstico de novos casos da doença no Brasil caiu pela metade de 2019 para 2020. "Dados preliminares de 2020 mostram que o Brasil diagnosticou 13.807 casos novos de hanseníase, sendo 672 (4,9%) em menores de 15 anos", informou a publicação.
(https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2021-11/fiocruz-participa-decampanha-global-nao-esqueca-da-hanseniase)

Sobre a Hanseníase, é CORRETO afirmar que: 

  • A principal via de eliminação do bacilo pelo doente e a mais provável via de entrada deste no organismo é a pele, por meio de contato próximo e prolongado, muito frequente na convivência domiciliar.
  • A ocorrência de reações hansênicas contraindica o início da poliquimioterapia (PQT), implica sua interrupção e não é indicação de reinício de PQT se o paciente já houver concluído seu tratamento.
  • O diagnóstico de hanseníase não deve ser baseado apenas na história de evolução da lesão, epidemiologia e no exame físico. Obrigatoriamente são necessários exames subsidiários (baciloscopia e biópsia de pele) para o diagnóstico conclusivo da doença.
  • As alterações hormonais da gravidez causam diminuição da imunidade celular, fundamental na defesa contra o M. leprae. Os esquemas padrão de poliquimioterapia (PQT) para tratamento da hanseníase não têm sua utilização recomendada para gestantes.
  • Alguns pacientes não apresentam lesões facilmente visíveis na pele, e podem ter lesões apenas nos nervos (hanseníase primariamente neural), ou as lesões podem se tornar visíveis somente após iniciado o tratamento.
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