Leia o trecho a seguir do conto “Corpo
Fechado”, da obra Sagarana, de Guimarães
Rosa.
“José Boi, Desidério, Miligido, Dêjo... Só podia
haver um valentão de cada vez. Mas o último, o
Targino, tardava em ceder o lugar. O challenger
não aparecia: rareavam os nascidos sob o signo
de Marte, e Laginha estava, na ocasião, mal
provida de bate-paus.
Havia, sim, os sub-valentões, sedentários de mão
pronta e mau gênio, a quem, por garantia, todos
gostavam de dar os filhos para batizar” (ROSA,
Guimarães, 2015, p.245).
O termo em destaque, “sub-valentões”, faz parte
de um fenômeno linguístico bastante comum na
obra do autor. Trata de um(a):
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