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#2632976

Segundo Armando Almeida e Carlos Paiva Neto, “a heterogeneidade do campo das artes se apresenta como um grande desafio ao seu fomento. Uma série de fatores deve ser considerada, como as especificidades de cada linguagem, suas diferentes estéticas e a amplitude de suas dinâmicas que vai do experimental ao mercadológico. Para além das especificidades setoriais, devem-se levar em conta aspectos transversais, sejam eles relativos às questões de liberdade de expressão, à dimensão comercial, aos contextos regionais, à temporalidade de suas ações, entre outros. Um sistema público de fomento deve dialogar com essa multiplicidade de dinâmicas e questões e criar um ambiente propício ao desenvolvimento de todas elas”.

Fonte: Armando Almeida; Carlos Paiva Neto. Fomento à cultura no Brasil. Desafios e oportunidades. In: Pol. Cult. Rev., Salvador, v. 10, n. 2, p. 35-58, jul./dez. 2017.

Disponível em https://portalseer.ufba.br/index.php/pculturais/article/view/ 24390/16203. Acessado em 27.08.2018.


De acordo com os autores acima mencionados, é correto afirmar que

  • a política pública de cultura deve privilegiar, como instrumento de financiamento, as leis de incentivo, pois, dessa forma, as tendências do mercado absorvem as múltiplas dinâmicas das artes.
  • o financiamento às artes no Brasil deve se concentrar nas linguagens com menor apelo mercadológico, como a dança e a música erudita.
  • o financiamento às artes no Brasil deve se concentrar nas linguagens com maior apelo mercadológico, como o cinema e a música popular.
  • um dos maiores desafios da política pública é estabelecer uma política de fomento às artes que dê conta das especificidades de cada uma das linguagens.
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