De acordo com Soares et al. (1992), pode-se entender a
ginástica como uma forma particular de exercitação em que, com
ou sem uso de aparelhos, abre-se a possibilidade de atividades
que provocam valiosas experiências corporais, enriquecedoras
da cultura corporal das crianças, em particular, e do homem,
em geral. No contexto da Educação Física escolar, sua prática
é necessária na medida em que a tradição histórica do mundo
ginástico é uma oferta de ações com significado cultural para
os praticantes, de forma que as novas formas de exercitação
em confronto com as tradicionais possibilitam uma prática
corporal que permite aos alunos darem sentido próprio às suas
exercitações ginásticas. Sistematizando o ensino da ginástica
na Educação Física escolar, Rinaldi (2017) propõe as seguintes
categorias: ginástica de condicionamento físico, ginásticas
competitivas, ginástica de conscientização corporal e ginásticas
de demonstração/ginástica geral. Com interesse em tematizar as
chamadas ginásticas competitivas, os/as professores/as podem
selecionar enquanto objetos de estudo:
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