Esse monitoramento pode ser compreendido
como políticas públicas empreendidas pelo Estado e
que buscam regular a entrada e a saída de pessoas não
nacionais, bem como a permanência dessas pessoas no
território nacional. A perspectiva da segurança nacional é
embasada na soberania estatal, na primazia do interesse
nacional, na securitização da mobilidade demográfica e nos
preceitos teóricos da Escola de Copenhague.