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#3476922

Lucas, 3 anos, foi trazido ao consultório pelo pai, que relatou que o testículo esquerdo da criança nunca foi notado na bolsa escrotal desde o nascimento. Durante a gestação, não houve complicações significativas, mas Lucas nasceu prematuro, com 34 semanas de gestação e peso ao nascer de 2,1 kg. O pai também menciona que a pediatra do hospital comentou que poderia haver “descida espontânea do testículo”, mas até agora isso não aconteceu. Durante o exame físico, observa-se ausência do testículo esquerdo na bolsa escrotal. Palpa-se uma massa na região inguinal esquerda, compatível com testículo não descido. O testículo direito está presente e tem características normais de tamanho e consistência. O restante do exame físico está dentro dos padrões normais. Diante do quadro hipotético, qual é a conduta mais apropriada neste caso?

  • Solicitar uma ultrassonografia para confirmar a localização do testículo antes de decidir pelo tratamento.
  • Explicar ao pai que o testículo não descido não requer tratamento, desde que Lucas não apresente sintomas.
  • Explicar ao pai que o testículo deve ser observado até os 5 anos de idade, pois ainda pode descer espontaneamente.
  • Encaminhar Lucas para cirurgia (orquidopexia), idealmente realizada antes dos 2 anos, e discutir os riscos de infertilidade e malignidade.
  • Prescrever terapia hormonal com gonadotrofina coriônica humana (hCG) como tratamento inicial, adiando a cirurgia caso a descida seja obtida.
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