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#2642273

Apesar de informações circulantes de malefícios sobre a sucralose, não foram encontrados estudos científicos (desenvolvidos com humanos e em quantidade representativa) que suportem as afirmações de que o consumo do edulcorante aumentaria a secreção de insulina, causaria alterações na tireoide e câncer. A sucralose foi aprovado pela Food and Drug Administration (FDA) como um edulcorante de mesa em 1998, seguindo-se a aprovação como um adoçante de uso geral em 1999. Antes de aprovar o adoçante, o FDA revisou mais de 100 estudos de segurança realizados no edulcorante, incluindo estudos para avaliar o risco de câncer. Os resultados destes estudos não mostraram nenhuma evidência de que o adoçante cause câncer ou represente qualquer outra ameaça à saúde humana. Não existem evidências claras de que os adoçantes disponíveis comercialmente nos Estados Unidos estejam associados com o risco de câncer em seres humanos.
Disponível em: (http://www.cfn.org.br/index.php/recomendacao-cfn-no-32016-sucralose/Acesso em 20 fev. 2018).
Em relação a sucralose, é correto afirmar que o Conselho Federal de Nutricionistas CFN recomenda:

  • Analisar com rigor técnico-científico qualquer tipo de prática ou pesquisa, adotando-a somente quando houver níveis consistentes de evidências científicas – sendo que informações repassadas em redes sociais, mídias e eventos sem a apresentação das referências literárias das informações não devem respaldar a prática profissional.
  • Manter constante leitura de sites da internet, pesquisa com diabéticos e obesos, além de instituições privadas que realizam pesquisas sobre o assunto.
  • Indicar obrigatoriamente adoçante artificial aos pacientes com necessidade clínica específica para o uso da substância, respeitando-se os limites de Ingestão Diária Aceitável.
  • O Conselho Federal de Nutricionistas, no uso de suas competências regimentais e atribuições conferidas pela Lei nº 6.583, de 20 de outubro de 1978, e pelo Decreto nº 84.444, de 30 de janeiro de 1980, recomenda que o nutricionista não assuma responsabilidade sobre produtos que não são fabricados sob sua supervisão, sendo que o mesmo deve cobrar da indústria a responsabilidade sobre os efeitos da sucralose
  • Considerando os vários comentários negativos sobre a sucralose em redes sociais, mídias e em alguns eventos, dentre eles, que o referido adoçante aumentaria a secreção de insulina, causaria alterações na tireoide e câncer, o conselho Federal de Nutricionista recomenda que são de inteira responsabilidade do fabricante toda e qualquer reação que o produto vier causar.
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