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#3234078
Texto da Questão:

TEXTO: A Resolução nº 52, de 6 de setembro de 2013, do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil – CAU/BR aprova o Código de Ética e Disciplina do Conselho do CAU/BR, que desempenha duas funções deontológicos distintas. A primeira, de natureza primordial, é a função educacional preventiva, cujo propósito consiste em disseminar informações públicas acerca da dignidade da Arquitetura e Urbanismo, bem como esclarecer os deveres inerentes aos profissionais dessa área. A segunda função, subordinada à anterior, é a coercitiva, incumbida de admoestar e reprimir eventuais transgressões procedimentais cometidas por aqueles que estão sujeitos aos princípios éticos e disciplinares da profissão.


A partir do texto acima, responda a questão a seguir:

Assinale a única alternativa que indica um princípio que deve orientar a conduta do arquiteto e urbanista perante suas obrigações para com o interesse público:

  • O arquiteto e urbanista deve defender o interesse público e respeitar o teor das leis que regem o exercício profissional, considerando as consequências de suas atividades segundo os princípios de sustentabilidade socioambiental e contribuindo para a boa qualidade das cidades, das edificações e sua inserção harmoniosa na circunvizinhança, e do ordenamento territorial, em respeito às paisagens naturais, rurais e urbanas.
  • O arquiteto e urbanista proprietário ou representante de qualquer marca ou empresa de material de construção, componente, equipamento ou patente que venha a ter aplicação em determinada obra, não poderá prestar, em virtude desta qualidade, serviços de Arquitetura e Urbanismo a título gratuito ou manifestamente sub-remunerados.
  • O arquiteto e urbanista deve contribuir para ações de interesse geral no domínio da Arquitetura e Urbanismo, participando na discussão pública de problemas relevantes nesse âmbito.
  • O arquiteto e urbanista que desempenhar atividades nos órgãos técnicos dos poderes públicos deve restringir suas decisões e pareceres ao cumprimento das leis e regulamentos em vigor, com isenção e em tempo útil, não podendo, nos processos em que atue como agente público, ser parte em qualquer um deles, nem exercer sua influência para favorecer ou indicar terceiros a fim de dirimir eventuais impasses nos respectivos processos, tampouco prestar a colegas informações privilegiadas, que detém em razão de seu cargo.
  • O arquiteto e urbanista deve favorecer a integração social estimulando a participação dos cidadãos no debate arquitetônico e urbanístico e no processo decisório sobre a cidade, em tudo o que diz respeito ao ambiente, ao urbanismo e à edificação.
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