A investigação laboratorial de uma suspeita de reação
transfusional é uma etapa crítica para determinar a
causa, orientar o tratamento do paciente e prevenir
futuros eventos. A conduta do laboratório deve ser rápida
e sistemática. Acerca dos procedimentos laboratoriais
frente a uma suspeita de reação transfusional hemolítica
aguda (RTHA), registre V, para as afirmativas
verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)O primeiro passo imediato no laboratório é realizar a
checagem administrativa, que consiste em conferir a
identificação do paciente, da bolsa de sangue e de todos
os registros e documentos transfusionais, pois o erro de
identificação é a causa mais comum de RTHA fatal.
(__)A repetição da tipagem ABO/Rh do paciente
(amostra pós-transfusional) e da bolsa de sangue
implicada é um procedimento mandatório. Uma
discrepância na tipagem ABO entre a amostra pré e
pós-transfusional é um forte indicativo de que ocorreu
uma transfusão incompatível.
(__)A realização de um Teste de Antiglobulina Direto
(TAD) na amostra pós-transfusional é fundamental. Um
resultado positivo, especialmente com padrão de reação
em "duplo campo" (população de células aglutinadas e
não aglutinadas), é altamente sugestivo de uma reação
hemolítica por aloanticorpo. (__)A inspeção visual das amostras de soro ou plasma
do paciente, pré e pós-transfusão, em busca de hemólise
(coloração avermelhada) é um teste de alta sensibilidade
e especificidade, sendo que a ausência de hemólise
visual na amostra pós-transfusional exclui com
segurança o diagnóstico de RTHA.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a
sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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