Um dos grandes nomes do fotojornalismo
brasileiro, realizou uma extensa documentação
das greves do ABC e dos movimentos sociais dos
anos 1970 e 80. Nos anos 70, integrou a equipe
do jornal Versus como fotógrafa e editora e
trabalhou para veículos como a Folha de São
Paulo e a revista VEJA. No final da década de
1970, em plena ditadura, registrou a vida das
mulheres lésbicas no Ferro’s Bar e na boate
Dinossauros. Imagens censuradas à época que
viraram símbolos de resistência, abriram caminho
para a visibilidade LGBTQIA+ e foram expostas
pela primeira vez no Brasil na 35ª Bienal de São
Paulo (2023). A partir do final dos anos 80,
dedicou-se a realizar trabalhos com os povos
indígenas. Suas obras integram importantes
acervos, como o do Conselho Mexicano de
Fotografia, o do Museu de Arte de SP, a Coleção
Pirelli/Masp e o Museu da
Solidariedade/Fundação Salvador Allende, no
Chile.
Trata-se da fotógrafa:
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