A década de 80 foi a mais promissora no aspecto de discussões sobre a alfabetização. Destacamos os estudos de Emília Ferreiro e Ana Teberosky que defendem uma alfabetização contextualizada e significativa por meio das práticas sociais da leitura e da escrita para a sala de aula.
PRESSUPOSTOS E IMPLICAÇÕES DO(S) PROCESSO(S) DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO À LUZ DA LUDICIDADE. Eliane Freitas Artigas Saraiva e Patrícia Alves Carvalho