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#3312404

Leia o trecho a seguir, da entrevista com Dione Almeida, advogada, primeira diretora negra da OAB/SP.
Quando levamos a diversidade de gênero e de raça para esses espaços, temos decisões mais justas porque aproveitamos as experiências dessas pessoas. Tanto é verdade que desde março temos o protocolo para julgamento com perspectiva de gênero. O protocolo reconhece que o assédio é uma realidade no Brasil, que os juízes são imparciais, mas não são neutros. Afinal, eles levam suas experiências de vida para o espaço que ocupam e não seria diferente no momento da decisão.
Disponível em: https://www.uol.com.br/universa/noticias/ redacao/2023/05/29/primeira-diretora-negra-na-oabsp-naosonhamos-ser-aquilo-que-nao-vimos.htm. Acesso em: 30 maio 2023.

Defendendo a diversificação de gênero e raça na composição das cortes judiciais brasileiras, a advogada Dione Almeida, da OAB/SP, sugere que

  • experiências pessoais de juízes podem impactar decisões de tribunais, configurando tendências à parcialidade.
  • juízes com experiências diversas, de raça e gênero, podem tornar os tribunais brasileiros mais justos.
  • neutralidade e imparcialidade são dois comportamentos imprescindíveis a juízes no ato de julgar.
  • tribunais com representação equilibrada de raça e gênero são garantia da imparcialidade das cortes.
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