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#3571116

A determinação da potência de um componente vacinal é de fundamental importância no controle da qualidade de uma vacina. Esse é o caso, por exemplo, da determinação do componente diftérico nas vacinas combinadas DT (difteria e tétano para crianças) e dT (difteria e tétano para adultos). No caso do componente diftérico, um ensaio de soroneutralização tem a finalidade de determinar o título antitóxico produzido no soro de cobaias previamente imunizadas com a vacina teste. Assim, o teste evidencia e compara a capacidade de uma antitoxina diftérica de referência e do soro de cobaias previamente imunizadas com uma vacina teste em neutralizar uma dose da toxina diftérica de referência. As alternativas abaixo detalham, resumidamente, alguns passos desse teste, EXCETO:

  • o soro teste é obtido 4 semanas após a inoculação SC de cobaias com a vacina teste e titulado, após ser diluído, da mesma forma que um soro de referência, misturado com a L+/50 (dose letal capaz de matar 50% dos animais em até 96h) da toxina diftérica e a mistura injetada, via SC, em cobaias, para verificar a capacidade antitóxica dos soros, com leitura dos animais sobreviventes em até 96h.
  • a determinação da DE50(dose efetiva 50%) pode ser então calculada através da fórmula: (DE50antitoxina da amostra testada / DE50antitoxina de referência) x UI por ml da antitoxina de referência.
  • a determinação da DE50(dose efetiva 50%) pode ser então calculada através da fórmula: (DE50 antitoxina de referencia/ DE50antitoxina da amostra testada) x UI por ml da antitoxina de referência.
  • através do ensaio de soroneutralização descrito pode-se calcular a potência do componente diftérico nas formulações vacinais.
  • a potência da amostra vacinal testada é liberada em UI/ml.
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