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#3719699

Um paciente de 12 anos de idade, portador da síndrome de Rendu-Osler-Weber (teleangiectasia hereditária hemorrágica) apresenta epistaxe de vulto, que já durava 12 horas, e é levado pela família ao hospital, durante a noite. Lá, o médico plantonista constata que o paciente está hipovolêmico, com instabilidade hemodinâmica, e prescreve transfusão emergencial de 3 bolsas de concentrados de hemácias. Ele pede ao serviço de hemoterapia que a primeira bolsa seja enviada antes mesmo da realização de prova cruzada, e informa que a criança tem uma carteirinha em que está registrado que o seu grupo sanguíneo é A+. O serviço envia então uma bolsa A+, enquanto realiza as provas de compatibilidade pré-transfusionais.

A respeito da conduta do serviço de hemoterapia, nesse caso, é correto afirmar que

  • foi incorreta, porque não se pode liberar sangue antes de concluídas as provas de compatibilidade pré-transfusionais.
  • foi correta, pois o prognóstico vital do paciente estava em jogo, se a transfusão não começasse imediatamente.
  • foi correta, já que o médico-plantonista do hospital assumiu a responsabilidade pela liberação do sangue.
  • foi incorreta, pois era preciso esperar pelo menos o resultado do grupo sanguíneo.
  • foi incorreta, porque o sangue a ser liberado, nesta situação, teria que ser do grupo O.
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