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#3137202

Nas primeiras décadas do século XX, as organizações médicas foram as responsáveis pela difusão de teorias em relação à deficiência mental. Em 1913, Basílio de Magalhães escreve Tratamento e educação das crianças anormais de inteligência: contribuição para o estudo desse complexo problema científico e social, cuja solução recentemente reclamam a bem da infância e das gerações porvindouras – os mais elevados interesses materiais, intelectuais e morais, da Pátria Brasileira, em que associava a degeneração mental à tuberculose, ao alcoolismo e à hereditariedade. Por sua vez, Ulysses Pernambuco, em 1918, publicava a obra Classificação das crianças anormais: a parada do desenvolvimento intelectual e suas formas; a instabilidade e a astenia mental, onde reforçava a tese da relação da deficiência mental como indicativo da degenerescência social. Sem contar a defesa da eugenia pelo doutor Renato Kehl. Participando em suas organizações profissionais, os médicos buscavam influenciar o poder público na elaboração de legislações sociais. Durante a República Velha, a questão social era abordada a partir do viés médico. Não por acaso, a educação foi atingida por esta abordagem, e a pedagogia acabou por ser influenciada por saberes da medicina. (Adaptado de JANNUZZI, Gilberto de Martino. A educação do deficiente no Brasil: dos primórdios ao início do século XXI. Campinas, SP: Autores Associados, 2012. p. 27-37).
A partir da leitura do texto, podemos dizer que a educação na República Velha foi marcada por concepções 

  • inclusivas.
  • democráticas.
  • higienistas.
  • socialistas.
  • construtivistas.
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