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#2563892

Tal como na Grécia, a alforria [em Roma] era uma esperança de todo escravo, e talvez até mesmo a razão para continuar trabalhando. Tanto na República quanto no Império, a alforria de escravos foi uma prática muito comum, principalmente no que diz respeito ao escravo urbano. Do ponto de vista do direito privado, o liberto tomava o nome de seu dono e se tornava o seu filho adotivo.


Sobre a alforria de escravos no mundo antigo analisada no texto é CORRETO afirmar: 

  • A legislação ateniense e romana garantia a cidadania aos escravos libertos, que deixavam de ser prisioneiros de guerra e obtinham proteção legal dos antigos proprietários.
  • Os laços entre ex-escravos e senhores em Roma mantinham-se vivos através doobsequium, obrigações que os libertos, a partir de então considerados cidadãos romanos, deviam aos senhores.
  • Os escravos libertos, após a manumissão, passavam a exercer ofícios vinculados aos seus antigos senhores, que, no caso romano, garantiam o sustento dos filhos adotivos.
  • afetividade preexistente entre escravos e proprietários, sobretudo em Roma, foi responsável pela criação das obrigações mútuas após a manumissão, que favoreciam tanto o forro quanto seu antigo dono.
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