A síndrome de Cushing, seja na forma
endógena (dependente ou independente de ACTH) ou
iatrogênica (exposição exógena a glicocorticoides),
permanece desafio clínico pela sobreposição fenotípica
e diferenças prognósticas. Revisões recentes
(European Society of Endocrinology Clinical Practice
Guideline, 2021; Lacroix et al., JCEM, 2022) ressaltam
que a distinção envolve não apenas o eixo HPA, mas
também implicações cardiovasculares, metabólicas e
de supressão adrenocortical prolongada. Considerando
essas perspectivas, qual proposição sintetiza com
maior rigor as diferenças entre as formas endógena e
iatrogênica?
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