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#3093640

Leia o caso fictício a seguir:


 Maria é uma adolescente surda que sempre teve o desejo de cursar o Ensino Médio em uma escola regular e ter acesso a uma educação de qualidade, garantindo seus direitos conforme o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Com o apoio de sua família, Maria foi matriculada em uma escola inclusiva que oferece educação bilíngue, com a Libras como primeira língua e o português como segunda língua, conforme previsto no art. 28, IV do Estatuto. Na escola, Maria teve acesso a tradutores e intérpretes de Libras, garantindo sua participação plena nas aulas e atividades extracurriculares. Os professores receberam formação continuada em práticas pedagógicas inclusivas e adaptação de materiais didáticos, conforme o art. 28, X do Estatuto, garantindo que ela recebesse um ensino de qualidade de acordo com suas necessidades específicas. Além disso, a escola promoveu a acessibilidade em todos os ambientes e atividades escolares, garantindo que Maria pudesse participar de jogos, atividades recreativas, esportivas e de lazer em igualdade de condições com seus colegas, como previsto no art. 28, XV do Estatuto. Maria também teve acesso a profissionais de apoio escolar, que a auxiliaram em suas atividades diárias na escola, conforme o art. 28, XVII. Graças à implementação das medidas previstas no Estatuto da Pessoa com Deficiência, Maria pôde desfrutar de uma experiência educacional inclusiva, alcançando seu máximo desenvolvimento acadêmico, social e pessoal. Atualmente, Maria é professora universitária e luta para que a inclusão seja uma realidade para todas as pessoas.


Com base no caso acima, assinale a alternativa CORRETA.

  • Segundo o Estatuto da Pessoa com Deficiência, Maria tem direito à educação, mas não incube ao poder público oferecer formação continuada para o atendimento educacional especializado.
  • O art. 28 do Estatuto desconsidera a necessidade de adoção de medidas individualizadas e coletivas em ambientes escolares para maximizar o desenvolvimento dos estudantes com deficiência visual, assim como Maria.
  • O cuidador educacional de Maria assumiu as funções de oferecer suporte individualizado, auxiliando-a nas tarefas diárias, facilitando a integração com outros alunos e estimulando a independência e autoconfiança dela.
  • O texto do Estatuto não menciona a participação dos estudantes com deficiência e suas famílias nas diversas instâncias de atuação da comunidade escolar como uma medida a ser adotada para garantir uma educação inclusiva.
  • Como Maria era muito autônoma, ela não precisou de tradutores e intérpretes de Libras, mesmo sendo um direito seu.
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