“Em meio ao processo de consolidação do Estado Nacional, assinalado por disputas regionais, coube ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro o dever de uma história tida como oficial.” (MONTEIRO, Luíra Freire. Retórica da Alteridade: Portugal e Retórica da Alteridade portugueses na historiografia brasileira. São Paulo: Hedra, 2016, p. 19).
Considerando que o fazer historiográfico, no século XIX, privilegiava a história da nação, narrando ações políticas, militares e de guerras, analise as proposições a seguir:
I- A ideia de que a missão da história era preservar a memória das vidas e feitos dos grandes homens do passado esteve presente na narrativa dos historiadores do século XIX no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro contribuindo diretamente no fazer histórico no espaço escolar durante décadas. II- No Positivismo compete ao historiador essencialmente coletar e recuperar os documentos escritos, fazer uma análise minuciosa, sem interpretação, buscando formular uma verdade única e absoluta. III- A Escola dos Annales, embora repense o conceito de documentos históricos, defende ainda a concepção de que o tempo histórico é estático e linear, não admitindo que o tempo histórico tenha ritmos diferenciados.
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