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#3601438

Domingas, gestante com 38 semanas de gestação, é diagnosticada com dilatação ureteral esquerda após ultrassom obstétrico, o que é confirmado após o nascimento. Após um mês de vida, no bebê, foram realizados uretrocistografia miccional e estudo dinâmico com radioisótopos (DTPA), que não evidenciaram refluxo vesicoureteral e mostraram função renal normal, sem sinais de obstrução.


Com base nesse caso hipotético, qual é o diagnóstico mais provável e qual a conduta mais apropriada a ser adotada? 

  • megaureter não obstrutivo primário sem refluxo, tratamento inicial conservador, que consiste em aguardar a resolução espontânea, sem uso de profilaxia antibiótica, e controles periódicos por meio da análise de urina e de cultura, associada ao ultrassom.
  • megaureter não obstrutivo primário sem refluxo, tratamento inicial conservador, que consiste em se manter a profilaxia antibiótica e aguardar a resolução espontânea, e controles periódicos por meio da análise de urina e de cultura, associada ao ultrassom.
  • megaureter não obstrutivo primário com refluxo, tratamento inicial conservador, que consiste em se manter a profilaxia antibiótica e aguardar a resolução espontânea, e controles periódicos por meio da análise de urina e de cultura, associada ao ultrassom.
  • megaureter obstrutivo secundário com refluxo, tratamento inicial de investigação de outras anomalias urológicas associadas, como, por exemplo, válvula de uretra posterior e estenose de uretra ou de colo vesical.
  • megaureter obstrutivo secundário à bexiga neurogênica, tratamento inicial de indicação cirúrgica logo ao nascimento do bebê.
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