RATIER, R.. Educação contra a barbárie. São Paulo: Boitempo, 2019. p. 156-157.
Como exigir de um estudante negro e da periferia que faça escolhas “livres e com autonomia”
para seu “projeto de vida” numa comunidade miserável e embrutecida pela violência? De que
maneira sugerir “resiliência” à estudante que enfrenta o assédio no transporte público a caminho
de uma escola sem infraestrutura e sem professor? Como cobrar que educadores e educadoras
“promovamos direitos humanos” quando seu direito constitucional à greve é duramente
reprimido pelas forças do Estado? (linhas 9-14)
Nos textos escritos, o uso das aspas tem objetivos distintos, a depender do contexto e da intenção
de quem escreve.
No trecho destacado, esse recurso gráfico foi utilizado para
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