O futuro é ancestral.
Ailton Krenak
Jaider Esbell.
Carta ao velho mundo (detalhe), 2018/2019.
A história da arte encadeia sequências de obras como
narrativas sobre técnicas e materiais, estilos e temáticas. Com
isso, às vezes, são suscitadas narrativas polêmicas sobre gênero e
sexualidade; raça e etnia; contextos de opressão e opulência;
representação e invisibilidade.
O artista e ativista de direitos indígenas Jaider Esbell
consolida uma forma de produção artística que desempenha
simultaneamente a crítica social e a subjetividade estética. Em
seu
artivismo macuxi, ele traz um olhar único para as
possibilidades de ampliação do circuito de arte contemporânea
brasileira, denunciando as extensas violências do legado colonial
e apresentando seu imaginário mágico e sua cultura ancestral.
Considerando as informações do texto precedente e a obra
artística nele apresentada, assinale a opção correta.