O antimicrobiano isoniazida é acetilado pela enzima N-acetiltransferase 2, que permite que até 95% do
fármaco sejam excretados 24 horas após a ingestão, o que é importante para o sucesso do tratamento porque
os produtos intermediários que antecedem a acetilação são hepatotóxicos. Mutações no gene NAT2,
responsável pela expressão dessa enzima, levam à formação de fenótipos de acetilação lenta, intermediária
e rápida. Um paciente que seja identificado como acetilador lento da isoniazida
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