Uma física brasileira elucidou, em 1993, a estrutura da perovskita, mineral mais abundante na camada mais ampla do interior do planeta, com uma espessura de 2.200 km, bem menos conhecida que as camadas mais externas. Agora novos estudos indicaram que a camada posterior à perovskita tende a se dissociar em óxidos elementares, como, por exemplo, o óxido de magnésio, à medida que a pressão e a temperatura aumentam, como no interior dos planetas gigantes Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.
(Adaptado de: Revista Pesquisa FAPESP n. 198. Disponível em: http://agencia. fapesp.br/16030. Acesso em janeiro de 2013.)
O óxido citado no texto pode ser classificado como:
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