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#3486904

Paciente feminina, 24 anos, é trazida ao serviço de emergência manifestando quadro neuropsiquiátrico subagudo caracterizado por alterações comportamentais proeminentes, disautonomia, movimentos involuntários paroxísticos e disfunção cognitiva flutuante. Apresenta instabilidade autonômica significativa (PA = 170/100mmHg, FC = 135bpm, temperatura = 38.5°C). A investigação evidencia: anticorpos anti-receptor NMDA positivos em título significativo (1:320) no líquor; eletroencefalograma demonstrando atividade delta rítmica organizada.
Considerando a gravidade desse quadro, a necessidade de múltiplas intervenções terapêuticas e a importância do estabelecimento de prioridades no manejo, a conduta mais apropriada é

  • a internação em unidade de terapia intensiva, início imediato de imunossupressão combinada de metilprednisolona EV por 5 dias, seguida de imunoglobulina humana, além das medidas de suporte clínico.
  • a estabilização inicial no pronto-socorro com controle dos sintomas psiquiátricos e autonômicos por meio de medicações sintomáticas, seguida de programação eletiva de imunossupressão após completar investigação diagnóstica.
  • a internação em unidade neurológica, priorizando plasmaférese isolada, mantendo-se medidas de suporte clínico e sintomático até resposta terapêutica adequada.
  • o tratamento ambulatorial intensivo com corticoterapia oral em doses imunossupressoras e acompanhamento psiquiátrico regular, levando em conta a preservação relativa do nível de consciência e ausência de complicações graves.
  • a internação em enfermaria psiquiátrica com suporte clínico de retaguarda, priorizando controle comportamental agudo e iniciando investigação etiológica completa antes de considerar terapia imunossupressora específica.
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