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#3684807

Paciente de 58 anos, menopausa aos 49 anos, procura atendimento após fratura vertebral por compressão (T12) ocorrida após queda da própria altura há 2 meses. Refere dorsalgia crônica persistente. História patológica pregressa: tabagista (20 anos-maço), etilismo social, sedentarismo. Mãe com fratura de fêmur aos 72 anos. IMC: 21 kg/m². Nega uso prévio de terapia hormonal. Exame físico: cifose dorsal. Densitometria óssea (DXA): coluna lombar Tscore: -3,2, colo do fêmur T-score: -2,8, diagnóstico de osteoporose estabelecida. Exames laboratoriais: cálcio total: 9,3 mg/dL, cálcio iônico: 4,8 mg/dL, fósforo: 3,5 mg/dL, FA: 82 U/L (VR: 40-150), 25-OH vitamina D: 18 ng/mL (insuficiência), PTH: 58 pg/mL (VR: 15-65), creatinina: 0,9 mg/dL, TSH: 2,1 mUI/L. Mamografia bilateral (BI-RADS 1) e ultrassonografia transvaginal (endométrio 3 mm, sem massas anexiais) sem alterações. Considerando a fratura prévia e a necessidade de redução rápida do risco de novas fraturas, qual a melhor estratégia terapêutica inicial?

  • Alendronato sódico 70 mg/semana + carbonato de cálcio 1.200 mg/dia + colecalciferol 2.000 UI/dia, com reavaliação de DMO em 2 anos.
  • Denosumabe 60 mg subcutâneo a cada 6 meses + cálcio 1.200 mg/dia + colecalciferol dose de ataque seguida de manutenção.
  • Teriparatida 20 mcg subcutâneo/dia por 18- 24 meses seguido de terapia antirreabsortiva, associado a cálcio e vitamina D.
  • Ácido zoledrônico 5 mg endovenoso anual + cálcio 1.200 mg/dia + colecalciferol 2.000 UI/dia.
  • Terapia hormonal (estrogênio transdérmico 50 mcg + progesterona micronizada 200 mg) + cálcio e vitamina D, reavaliando DMO em 1 ano.
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