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#3684802

Paciente de 62 anos, nuligestas, hipertensa e diabética tipo 2 em tratamento, IMC 36 kg/m², apresenta sangramento vaginal irregular há 4 meses. Nega terapia hormonal. Ultrassonografia transvaginal: endométrio espessado medindo 18 mm, heterogêneo, útero com 280 cm³. Biópsia de endométrio: adenocarcinoma endometrioide grau 2. Ressonância magnética de pelve: lesão restrita ao endométrio sem invasão miometrial visível, colo uterino livre, ovários sem alterações. CA-125: 28 U/mL. Tomografia de tórax e abdome sem evidências de doença metastática. Paciente é submetida a histerectomia total com salpingo-ooforectomia bilateral e linfadenectomia pélvica. Anatomopatológico da peça cirúrgica: adenocarcinoma endometrioide grau 2, invasão de 8 mm em miométrio com espessura total de 10 mm (80% de invasão), sem invasão linfovascular, sem comprometimento cervical. Foram ressecados 18 linfonodos pélvicos, todos negativos. Segundo os critérios de risco para metástases linfonodais e a classificação FIGO atual, qual o estadiamento e a conduta adjuvante mais adequada?

  • Estádio IB de risco intermediário-alto - Braquiterapia vaginal isolada (21 Gy em 3 frações).
  • Estádio IB de risco intermediário-alto - Radioterapia pélvica externa (45-50 Gy) sem braquiterapia devido à ausência de invasão linfovascular,
  • Estádio IB de alto risco - Radioterapia pélvica externa (45-50 Gy) + braquiterapia vaginal (boost de 10-15 Gy).
  • Estádio IB de risco intermediário - Observação clínica com seguimento trimestral, reservando radioterapia para recidivas.
  • Estádio IB de alto risco - Quimioterapia adjuvante com carboplatina e paclitaxel por 6 ciclos seguida de braquiterapia vaginal.
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