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#3684799

Paciente de 58 anos, nuligesta, procura atendimento referindo aumento do volume abdominal há 3 meses, associado a desconforto pélvico e dispneia aos moderados esforços. Nega febre ou perda ponderal. Ao exame físico: massa pélvica palpável até cicatriz umbilical, macicez móvel em flancos e abdome distendido. Realizada ultrassonografia transvaginal que evidencia massa anexial direita complexa, multiloculada, com septos espessos e vegetações papilares, medindo 12 x 10 cm, associada a ascite moderada. CA-125: 680 U/mL. Tomografia de abdome e pelve demonstra implantes peritoneais < 2 cm em epíplon e ausência de doença extra-abdominal. CEA e AFP normais. Considerando o estadiamento e os critérios de ressecabilidade, qual a melhor conduta para esta paciente? 

  • Quimioterapia neoadjuvante com carboplatina e paclitaxel por 3 ciclos seguida de cirurgia citorredutora intervalar, reservando a linfadenectomia para casos com linfonodos clinicamente suspeitos.
  • Cirurgia citorredutora primária com objetivo de ressecção completa (R0) incluindo histerectomia, salpingo-ooforectomia bilateral, omentectomia infracólica e linfadenectomia pélvica e para-aórtica sistemática.
  • Laparoscopia diagnóstica com cálculo do índice de carcinomatose peritoneal (PCI) seguida de quimioterapia neoadjuvante se PCI > 20 ou cirurgia primária se PCI ≤ 20.
  • Cirurgia citorredutora primária visando ressecção macroscópica completa, porém sem linfadenectomia sistemática devido à ausência de linfonodos aumentados na tomografia.
  • Cirurgia citorredutora primária com histerectomia, salpingo-ooforectomia bilateral e omentectomia, seguida de linfadenectomia seletiva guiada por linfonodo sentinela com tecnécio-99.
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