Quanto à lavagem de vidrarias de laboratório, tem-se as
afirmações a seguir:
I) Para lavagem de vidraria utilizada para reagentes
sem grande necessidade de cuidados para
garantir a limpeza, após o descarte apropriado do
reagente, enxagua-se algumas vezes com água
tratada, de forma a diluir o resto do resíduo nas
paredes da vidraria, e então efetua-se a lavagem
com água e detergente neutro, utilizando
acessórios que auxiliem no trabalho, como
esponjas e esfregões, enxaguando várias vezes
muito bem para eliminar qualquer resíduo de
detergente. Por fim, enxagua-se a vidraria com
água destilada ou deionizada, dependendo do
nível de pureza das soluções que serão
preparadas utilizando essa vidraria.
II) Para auxiliar na secagem de vidrarias, caso haja
necessidade muito frequente de utilização, pode
ser utilizada uma estufa a 1050C para tornar o
processo mais ágil, onde podem ser alocados para
secagem béqueres, provetas, balões volumétricos,
entre outros.
III) No caso de resíduos mais complicados de
limpeza, como gorduras, matéria orgânica ou
material contaminado ou carbonizado, podem ser
utilizadas soluções auxiliares para limpeza antes
da lavagem tradicional, como as soluções de
hidróxido de potássio alcoólica, sulfocrômica e de
hipoclorito de sódio. Devido ao maior potencial
corrosivo e toxicidade da solução de hidróxido de
potássio alcoólica, procura-se mais, hoje em dia,
substituir seu uso pelo da solução sulfocrômica.
Dessas afirmações,
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