Esteban condena a prática de uma avaliação classificativa, isto é, uma avaliação que tenha como proposta distinguir o aluno certo do errado, o bom do mau, o que aprendeu do que não aprendeu. Para ela, essa forma de avaliar carece de um sentido, na medida em que apenas exclui determinados alunos ao favorecer outros. A autora contrapõe esta concepção à avaliação investigativa, que não possui essa perspectiva classificatória. Um exemplo de avaliação investigativa pode ser a seguinte situação:
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