Cadernos de Questões

Provas Favoritas

Filtros Salvos

Foram encontradas 1760 questões.
#3668568

Homem, 69 anos, portador de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) grave (ex-fumante), é admitido na emergência com piora progressiva da dispneia nas últimas 48 horas, tosse com escarro amarelado e uso de musculatura acessória. Em casa, usa oxigenoterapia noturna. Ao exame físico, TA: 120/70 mmHg, FC: 110 bpm, FR: 30 irpm, SatO2: 86% com oxigênio por cateter nasal, 3 L/min. Paciente está ansioso, orientado (Glasgow 14), sem sinais de choque. Gasometria arterial em O2 a 3 L/min, pH: 7,27, PaCO2: 78 mmHg, PaO2: 58 mmHg, HCO3 : 31 mEq/L. Qual é a conduta inicial mais apropriada na UTI para esse paciente, considerando que apresenta insuficiência respiratória aguda hipercápnica sobre DPOC?

  • Intubação orotraqueal imediata e VMI, pois pH <7,30 e PaCO2elevada contraindicam tentativa de VNI.
  • Iniciar VNI com interface facial (pressão de suporte inicial 10-15 cmH2O e PEEP/CPAP 4-6 cmH2O), associada a broncodilatadores inalatórios, corticoide sistêmico e antibioticoterapia conforme suspeita — monitorizar resposta nas primeiras 1-2 horas e intubar se houver falha.
  • Suspender oxigênio e manter apenas expiração forçada e fisioterapia respiratória, pois O2agrava retenção de CO2na DPOC e deverá ser evitado; aguardar melhora espontânea.
  • Iniciar oxigenação por cânula nasal de alto fluxo (high-flow nasal cannula) em fluxo máximo, sem VNI, por reduzir trabalho respiratório e permitir retirada gradual do CO2.
  • Administrar sedação profunda e bloqueio neuromuscular para reduzir o trabalho respiratório enquanto se aguarda efeito dos broncodilatadores, evitando VNI, por risco de aspiração.
Fale com IAgo
IAgo - Assistente IAProva
IA
Olá! Sou o IAgo, seu assistente aqui no IAProvatec 😊
Veja como posso te ajudar:
Agora