As fissuras labiopalatinas representam as malformações congênitas craniofaciais mais prevalentes mundialmente, com média
estimada em 1/700 nascidos vivos. Afetam estrutural e funcionalmente a face e a cavidade oral, levando a repercussões clínicas
que requerem cuidados do nascimento à idade adulta. A classificação mais adotada no Brasil é a de Spina, que se fundamenta na
teoria embriológica que reconhece os mecanismos independentemente das estruturas anteriores e posteriores ao forame
incisivo. O tipo de fissura labiopalatina que, em geral, é mediana, podendo situar-se apenas na úvula, ou nas demais partes do
palato duro e mole, mantendo o lábio íntegro, é classificado como fissura:
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